quarta-feira, 8 de abril de 2009

Cura "de mentira" da diabetes, na Coreia do Sul


Oi pessoal,
O texto abaixo foi produzido pela minha aluna de pós, Rafaella Franco. Ela se baseou numa matéria publicada na revista Nature da semana passada (veja aqui a reportagem - disponível para assinantes).
.
‘Despublicação’ de artigo abala a comunidade científica coreana
.
A revista Nature despublicou’ um artigo de 2000, que prometia um avanço no tratamento da diabetes tipo-1 usando terapia gênica. Uma equipe de pesquisadores, da Yonsei University, na Coréia do Sul, usou um vírus recombinante para introduzir em ratos diabéticos um gene responsável pela produção de um análogo da insulina; esse gene era expresso em resposta aos níveis sangüíneos de glicose e aliviava os sintomas da diabetes. A equipe sugeriu que o tratamento poderia ser adaptado para humanos.
.
Neste ano, ao tentar repetir os experimentos descritos no artigo, o líder da pesquisa pediu a Nature que ‘despublicasse’ o artigo, alegando não conseguir reproduzir os resultados obtidos a cerca de nove anos atrás. Ele sugeriu que o plasmídio criado na época, o pLPK-SIA, responsável pela produção do análogo da insulina, sofreu mutações após o experimento original. E ainda, outro pesquisador, que se manteve anônimo, também não conseguiu recriar o pLPK-SIA, mesmo seguindo exatamente o método utilizado em 2000. E ao requisitar amostras do plamídio original para a pesquisadora responsável pela sua criação, esta se recusou a enviá-las.
.
Em abril de 2008, o próprio comitê de ética da Yonsei University iniciou uma investigação do trabalho que originou o artigo. Essa investigação foi motivada principalmente pela presença de figuras reutilizadas de trabalhos anteriores, onde só foram alterados os valores, e pela falta de confirmação da existência real do pLPK-SIA.
.
A pesquisadora responsável pela criação do plasmídio, atualmente trabalhando em uma universidade norte-americana, alegou que o plasmídio existe e é funcional, mas que ainda não tentou reproduzi-lo porque não sabia que havia um problema até ano passado (2008). E em relação ao problema das figuras, disse que deve ter ocorrido um erro na hora de encaminhá-las aos colegas. A pesquisadora se recusou a assinar a carta para a ‘despublicação’, chamando os experimentos originais de sucesso.
.
O comitê de ética da Yonsei University irá decidir se os pesquisadores envolvidos serão punidos de alguma forma. Os autores do artigo concordam que reproduzir os experimentos resolveria a situação, e disseram que vão compartilhar as amostras do pLPK-SIA para que isso possa ser feito.

3 comentários:

Anônimo disse...

Estudo sugere que pessoas mais baixas 'são menos saudáveis e felizes'. ESSE É O MARCELÃO, O DEPRIMIDO!



Estudo dinamarquês constata que mais baixos reclamam mais de doenças e depressão.

Um estudo realizado por cientistas dinamarqueses e divulgado por jornais britânicos nesta quinta-feira, revelou que as pessoas mais baixas se sentem mais infelizes e menos saudáveis.

A sondagem, publicada na revista Clinical Endocrinology, usou dados do levantamento Pesquisa sobre Saúde na Inglaterra, de 2003.

Ao analisar cerca de 15 mil pessoas, os estudiosos da consultoria de saúde Novo Nordisk concluíram que a altura pode estar relacionada ao nível de felicidade e bem-estar físico e mental.

Os pesquisadores dinamarqueses verificaram que as pessoas de baixa estatura, com menos de 1,62 m no caso dos homens e 1,51 m no das mulheres, disseram ter uma qualidade de vida inferior a dos mais altos.

De modo geral, os mais baixos reclamaram mais de doenças como depressão, dores e dificuldades para locomoção.

Os pesquisadores acreditam que se eles tivessem 7 cm a mais (no caso dos homens) e 6 cm (no caso das mulheres), estas pessoas poderiam ter tido uma melhor percepção de sua qualidade de vida em até 6%.

A altura média considerada normal pelo estudo foi de 1,75 m para os homens e 1,61 m para as mulheres.

Segundo o líder da pesquisa, Torsten Christensen, os mais baixos "parecem ter mais dificuldades em áreas como educação, trabalho e relacionamentos dos que os mais altos".

"Os resultados indicam que quanto mais baixa uma pessoa for, pior a sua percepção de qualidade de vida e bem-estar físico e mental", disse o pesquisador, em entrevista ao Daily Mail.

Christensen precisou que a pesquisa não procurou explicar o porquê da relação entre altura e qualidade de vida e que mais estudos serão necessários na área.

A baixa estatura pode ser resultado do desenvolvimento normal da pessoa ou de doenças, como descontrole hormonal ou a síndrome de Turner.

Anônimo disse...

Cotas (qualquer tipo desde que seja em dinheiro vivo), ja!
Oba! Oba! Nauseabundo, baixinho de carteirinha por todos os angulos, ja ta na fila das cotas para baixinhos puxa-sacos amigos do ex e/ou qualquer um que ocupe o lugar dele!

Faninha disse...

peraaa aê
teeim cm despublicaar algo?
kkk'kk'
engraçado isso!

gostei dakii.. virei seguidoraa
bjiim!