sábado, 13 de novembro de 2010

Estudando plantas comestíveis do cerrado

Oi pessoal,
Os últimos dias foram de trabalho muito duro organizando uma rede de pesquisa para estudar frutos e outras partes comestíveis de plantas do cerrado. Serão quatro projetos, sendo um deles coordenado por mim. Apenas o meu projeto ("projeto 4") tinha 26 páginas de texto e referências em espaço 1!

Vejam a listagem dos projetos de nossa rede Cerrado Bioativo:

Projeto 1: Triagem do potencial bioativo, caracterização e identificação química dos compostos nas espécies de plantas comestíveis e economicamente importantes para a região Centro Oeste. Coordenadora: Dra. Andréa Fernandes Arruda (IQ, UFG)

Projeto 2: Relação entre estresses abióticos relacionados aos solos e clima na atividade de bioativos em espécies nativas do Cerrado”. Coordenadora: Dra. Leide Rovênia de Andrade (Embrapa-Cerrados)

Projeto 3: Estudo nutrigenômico dos bioativos encontrados na flora do Cerrado. Coordenadora: Dra. Egle Machado de Almeida Siqueira (IB, UnB)

Projeto 4: Mecanismos de ação antioxidante e antimutagênica de bioativos vegetais do cerrado. Coordenador: Dr. Marcelo Hermes Lima (IB, UnB) (participam 8 pesquisadores-doutores da UnB, Embrapa, UFG e UFRJ, além de vários estudantes de PG e IC)

As 11 plantas que pretendemos estudar:

Dipteryx alata (amêndoa de baru)
Solanum sp (jurubeba)
Syagrus oleracea (guariroba)
Hancornia speciosa (mangaba) (mais)
Hymenaea stigonocarpa Mart. (jatobá-do-cerrado)
Solanum grandiflorum Ruiz & pav. (lobeira) (mais)
Annona crassiflora Mart. (araticum) (mais)
Genipa americana L. (jenipapo)
Eugenia dysenterica DC. (cagaita)
Inga edulis (ingá)
Acrocomia aculeate (macaúba)

2 comentários:

Anônimo disse...

tô na área
Macauba é bom de comer mas deixa a boca toda melada e amarelada com a massa além do núcleo da semente se prestar para substituir o côco da Bahia pelo menos em sabor.
E para ver dados da CIÊNCIA NO BRASIL,(publicação internacional)em pdf:

http://researchanalytics.thomsonreuters.com/m/pdfs/GRR-Brazil-Jun09.pdf
sacado do GLOBAL RESEARCH REPORTS:

http://researchanalytics.thomsonreuters.com/grr/

fui...

Beto Torres disse...

Marcelo, achei interessante esse projeto. Andei olhando os textos e fiquei bem curioso com algumas frutas. Outras já conhecia, por viver minha infância no início do cerrado, em BH. Mas num dos textos parece que há uma certa confusão entre araticum e marolo. Não são exatamente idênticos. E existem muitos tipos de araticum, inclusive um chamado de araticum-cagão que deve ter indicação bem oposta a descrita para o araticum, que combateria a diarreia.
Abraços, Carlos Alberto