quinta-feira, 25 de abril de 2013

"Meu nome é Valesca e o apelido é quero dar". Esse é o tema de um mestrado da UFF. Deve ter sido aplaudido de pé pela PTzada do MEC-do-B !



O vídeo acima é para quem não conhece a Valesca. Ela é safadinha mas é simpática. O problema aqui não é com a Valesca, de forma alguma ! Ela canta para quem gosta de funk e de pernas e bundas. O foda é o estado brasileiro abonar uma tese de mestrado sobre essa personagem ! (ver aqui) Isso sim que estou criticando aqui. O nome dessa pesquisa é "My pussy é o poder".

Realmente há falta do que se pesquisar no Brasil. Em breve veremos teses sobre tamanhos de pintos, sobre a profundidade de bocetas, e etc. E tudo sendo aplaudido pelo MEC PTista (que tem a intenção clara de desmoralizar a ciência e a educação nacional)

Achei essa estoria no blog Selva Brasilis:


9 comentários:

Anônimo disse...

Marcelo, quase vomitei ao ler isso. Quando vi o título do post pensei que vc estivesse zoando...
Vejam a cara da indivídua: http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2013/04/aluna-passa-em-1-lugar-em-mestrado-com-projeto-sobre-valesca-popozuda.html

Nojo, nojo, nojo..

Aqui no Brasil existe uma mania de se colocar nas alturas tudo o que é visto como popular. Favela vira ponto turístico e o que é da "cultura burguesa" é execrado. Pena que isso esteja passando para a Academia com a ajuda da esquerdalhada.

Bem, depois que vi uma dissertação de mestrado na Unifesp que defende o terrorismo não duvido mais de nada. (Duvidam? Vejam com seus próprios olhos: http://www.humanas.unifesp.br/ciencias_sociais/dissertacao-guilherme-tadeu-de-paula)

Anônimo disse...

Como já comentei am outro site: não gosto do estilo e do movimento, mas a acadêmica não pode deixar de investigar a "cultura" popular. A gente precisa aprender de alguma maneira porquê algo deste nível atrai e movimenta tantas pessoas.

Agora se a tese é bem feita... isso é outra história. Apesar de ser químico eu pretendo lê-la para tirar minhas conclusões, mesmo que o título da disseratação seja horrível.

Alessandro disse...

Que lamentável...

Enquanto uns pesquisam a cura da aids....

Anônimo disse...

"Se render ´paper´ em revista indexada, pontos para o orientador" - Este é o lema da CAPES/MEC. Lixo total!

Anônimo disse...

Como alguém disse nos comentários aí em cima não há problema algum em investigar a cultura popular. O problema é quando começa a enviesar para um caminho onde só estudos populares são considerados de alto nível e super importantes, especialmente ao se tratar de favela, socialismo, direito social, justiça social e outras coisas. Chega da cultura da favela. O governo tem é que se envergonhar desse tipo de coisa e colocar as pessoas em lugares onde elas possam ter qualidade de vida e aí sim desenvolver uma cultura popular que não seja baseado nesse lixo que vemos todos os dias.
A 50 anos atrás as culturas populares da favela eram chorinho, samba de raiz, marchinhas de carnaval.. hoje a cultura popular é mulher siliconada, peito de fora, sons primatas e apologia à violência, ao sexo e as drogas. Aonde vamos parar?

Anônimo disse...

Anônimo de 27 de abril de 2013 10:32: Vc disse absolutamente tudo.

Jairo disse...

você não conhece o estudo, não sabe que abordagem foi dada, leu apenas o título e quer vomitar opinião sobre. ainda por cima, emenda uma ligação confusa com o MEC só pra "não perder a viagem".

eu também não conheço o estudo, mas dou a ele o benefício da dúvida. não é assim que acadêmicos sérios, como você diz ser, deveriam fazer? ou agora você ainda quer ditar o que deve ou não ser estudado por aí?

Anônimo disse...

Jairo: lendo as mensagens e as entrevistas dessa sra. em diversos meios de comunicação, dá para saber pelas palavras dela a abordagem que foi dada. Não está se discutindo o gosto dela para estudos, o que está em discussão, e como o prof. Marcelo colocou no post, é o fato de uma universidade mantida com dinheiro público financiar "pesquisas" sobre uma "cantora" que só possui letras e coreografias de vulgaridades.

Anônimo disse...

Não acho que devemos usar a academia para supostamente fundamentar gostos e ideologias pessoais. Por exemplo: alguém acharia normal uma tese hoje em dia defendendo a eugenia? Superioridade de "raças"? Defendendo o nazismo? Existe limite sim para o que pode ser estudado.